A Polícia Civil de Birigui (SP) prendeu na manhã desta quarta-feira (18), um homem de 38 anos e outro de 39 anos, acusados de serem os autores de um roubo a um CAC (Colecionador, Atirador e Caçador Esportivo), ocorrido em 1.º de fevereiro, no bairro Portal da Pérola.
A reportagem apurou que na ocasião, a vítima, que é um empresário de 50 anos, parou em um posto de combustíveis na avenida Afif José Abdo para abastecer o veículo e foi rendida por dois ladrões armados.
Além de ser agredido, o empresário teve roubada uma carabina .357 Magnum. Policiais militares tiverem conhecimento do roubo e conseguiram falar com a vítima no pronto-socorro municipal, pois foi necessário atendimento médico devido aos ferimentos sofridos no rosto.
Na ocasião, foi apresentada à polícia a guia de tráfego da arma roubada, com validade até 24 de abril de 2026. Ainda de acordo com o que foi apurado, dias depois a carabina foi encontrada abandonada e recuperada pela vítima.
Identificados
Assim que tomou conhecimento do caso, equipe da Delegacia do Município, chefiada pelo delegado Eduardo Lima de Paula, deu início às investigações. Através de minucioso trabalho investigativo, a equipe obteve imagens de câmeras de segurança e identificou os dois autores.
Com base no relatório de investigação, o delegado representou pelo mandado de busca e apreensão e pela prisão temporária dos dois investigados. A ordem judicial foi expedida e os mandados cumpridos na manhã desta quarta-feira.
Presos
O acusado de 39 anos, que também se apresentou como empresário, foi encontrado na casa dele, na rua João Galo, e não resistiu à prisão. Foi realizada busca no imóvel, mas nada de irregular foi encontrado. Já o outro investigado, que não teve a profissão informada, foi capturado em uma residência no bairro Margareth Vargas.
Os moradores não atenderam os chamados dos policiais e, após forçar a entrada pelo portão, a equipe surpreendeu o investigado dentro de veículo GM Corsa Sedan. Além de ser capturado, ele teve um celular apreendido.
Segundo a polícia, os dois investigados optaram por permanecer em silêncio ao serem ouvidos em declarações, para e manifestar apenas em juízo. Ambos devem ser formalmente indiciados e a investigação terá sequência para esclarecer os detalhes do crime e confrontar as versões divergentes conhecidas.